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Burututu Raiz 50gr

O borututu (Cochlospermum angolensis) apresenta propriedades antioxidantes e antitumorais, além de atuar como antimicrobiano e antiparasitário. Diferentes estudos reportaram a sua atividade contra a multiplicação do Plasmodium falciparum (malária), bem como contra bactérias Gram-negativas (Escherichia coliProteus mirabilis e Pseudomonas aeruginosa) e Gram-positivas (Methicillin-resistant Staphylococcus aureus – MRSA). O borututu é também usado em casos de patologia do fígado, no tratamento de icterícia, e doenças gastrintestinais, incluindo úlceras no estômago. Por fim, pode contribuir com efeitos analgésicos e anti-inflamatórios.

3,45 

REF: AE020 Categoria:

Descrição

Benefícios do Borututu

O borututu (Cochlospermum angolensis) apresenta propriedades antioxidantes e antitumorais, além de atuar como antimicrobiano e antiparasitário. Diferentes estudos reportaram a sua atividade contra a multiplicação do Plasmodium falciparum (malária), bem como contra bactérias Gram-negativas (Escherichia coliProteus mirabilis e Pseudomonas aeruginosa) e Gram-positivas (Methicillin-resistant Staphylococcus aureus – MRSA). O borututu é também usado em casos de patologia do fígado, no tratamento de icterícia, e doenças gastrintestinais, incluindo úlceras no estômago. Por fim, pode contribuir com efeitos analgésicos e anti-inflamatórios [Abourashed, 2017; José, 2017]


Apresentação

Pacotes de celofane de 50 g.

Modo de Emprego
Decocção: Colocar 4 colheres de sopa num litro de água fria e deixar ferver durante 3 a 15 minutos (conforme desejar menos ou mais concentrado), em lume brando. Deixar repousar durante alguns minutos e depois filtrar. Tomar 3 a 4 chávenas por dia, fora das refeições ou consoante indicação do técnico de saúde.

Bibliografia

Abourashed, E. A., & Fu, H. W. (2017). Hydroxybenzoic Acids Are Significant Contributors to the Antioxidant Effect of Borututu Bark, Cochlospermum angolensis Welw. ex Oliv. Antioxidants (Basel, Switzerland), 6(1), 9. https://doi.org/10.3390/antiox6010009
José, H. H. (2017). Estudo da bioatividade de compostos fitoquímicos de plantas medicinais africanas: Cochlospermum angolensis (Dissertação de Mestrado em Bioquímica em Saúde – Ramo Bioquímica Clínica e Metabólica). Escola Superior da Saúde – Instituto Politécnico do Porto

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